2009/10/13
As coisas que o Miguel manda…
O Miguel, nosso amigo e colaborador, enviou o seguinte texto, que me atrevo a actualizar com mais uma alínea, no fim:
a-) VAIS TER RELAÇÕES SEXUAIS?... O GOVERNO DÁ UM PRESERVATIVO.
b-) JÁ TIVESTE?... O GOVERNO DÁ A PÍLULA DO DIA SEGUINTE.
c-) ENGRAVIDASTE?... O GOVERNO DÁ O ABORTO.
d-) TIVESTE FILHO?... O GOVERNO DÁ O ABONO DE FAMÍLIA
e-) ESTÁS DESEMPREGADO?... O GOVERNO DÁ O SUBSÍDIO DE DESEMPREGO.
f-) ÉS VICIADO E NÃO GOSTAS DE TRABALHAR?... O GOVERNO DÁ O RENDIMENTO MÍNIMO GARANTIDO
g-) CABULASTE E NÃO FIZESTES O 2º OU O 3º CICLO?... O GOVERNO DÁ-TO EM 3 MESES NAS NOVAS OPORTUNIDADES.
AGORA.... EXPERIMENTA ESTUDAR, TRABALHAR, PRODUZIR E ANDAR NA LINHA PARA VER O QUE TE ACONTECE!!!... O GOVERNO DÁ-TE UMA BOLSA DE IMPOSTOS PARA PAGAR AS ALÍNEAS ANTERIORES!!!
h) És doente terminal? O Governo dá-te a morte através da eutanásia.
manuelbras@portugalmail.pt
Etiquetas: Em Defesa da Vida, Ensino, Impostos, Manuel Brás, Miguel Lima, Saúde
2009/05/19
Uma Missão (quase) Impossível
Foi o que aguardou Bento XVI na passada semana durante a sua peregrinação ao Médio Oriente: Jordânia, Palestina e Israel.
Para quem tivesse dúvidas, o Papa lembrou que ia fazer uma peregrinação e não política.
Não obstante, os protestos das franjas de um lado e doutro não se fizeram esperar. Aconteceram coisas bizarras, tais como uns pedirem ao Papa para condenar os outros, ou Bento XVI ficar a saber que, para outra vez, já sabe a quem tem que pedir para lhe fazer o discurso, a fim de lá ter todas as palavras que a mais caprichosa audiência deseja ouvir.
Que podíamos esperar de um ponto do globo onde talvez o nº de loucos por metro quadrado seja o mais elevado do mundo?
Nada que já não tenha sucedido na viagem de João Paulo II. Aliás, o pontificado de Bento XVI tem cada vez mais semelhanças com o de João Paulo II, seja na incompreensão e desconsideração a que o devota a comunicação social, seja pelo teor das surpresas que aparecem.
Só lhe falta darem uns tiros para fazerem o pleno do “humanismo” e da tolerância.
Isto à parte, e Bento XVI cumpriu a sua missão com sucesso: anunciar o Evangelho, o perdão, a importância da oração, na terra onde nasceu Aquele que o mandou anunciar tais coisas.
http://www.foxnews.com/story/0,2933,520288,00.html
http://www.mercatornet.com/articles/view/the_popes_detente_with_the_muslim_world/
Etiquetas: Bento XVI, João Paulo II, Miguel Lima
2008/12/10
Dois apelos PRO-VIDA
*1.* Como sabereis, desde Julho temos vindo a recolher assinaturas para uma petição que pretende obrigar a Assembleia da República a discutir a aplicação da Lei do Aborto. Infelizmente, o ritmo de recolha tem sido muito lento e ainda não reunimos as 4000 necessárias para exigir a discussão em plenário.
Bem sei que todos somos continuamente solicitados para diversas petições nacionais e internacionais a favor desta e doutras nobres Causas. Ainda assim, venho pedir-vos a todos vós, os que já assinastes através da opção on-line, para que tenhais presentes os *cerca de 5600 bebés portugueses* que já morreram desde 1 de Julho e nos ajudeis a concluir esta petição ainda antes do Natal.
Para isso, peço a cada um de vós que fale a dois ou três amigos, colegas ou familiares e obtenha o seu acordo para preencher a petição em seu nome (sem esquecer de pedir o nº do B.I.) – salvo casos em que estes a prefiram subscrever online pessoalmente. O endereço mantém-se:
*2.* Na próxima quinta-feira, dia 11 de Dezembro pelas 14h00, será lida no Tribunal da Póvoa de Varzim a sentença da Isabel, uma jovem mãe solteira que, após ter decidido levar a sua gravidez até ao fim e denunciado a violência da pressão familiar e social no sentido de abortar, se viu processada... pelo próprio pai! Para nós, militantes pró-Vida, é especialmente doloroso verificar como a pressão para abortar pode partir de uma família "muito cristã" e até de um ministro da comunhão... Por isso, não será sem algum sentido de penitência pelo desnorte do "povo de Deus" que lá procuraremos estar na quinta-feira num gesto de solidariedade humana com a Isabel que no momento decisivo optou pela Vida. Convidamos os que puderem a ir também e, os que não puderem, a uma oração para que todas as mães tenham, como a Isabel, *coragem para resistir à chantagem fatal*, venha ela donde vier.
Grato pela vossa atenção e oração,
Luís Botelho
Etiquetas: Em Defesa da Vida, Miguel Lima
2008/11/26
Uma Fogueira de Vaidades
Hoje, ao "navegar" por uma série de Fundações, constatei a existência de muitos "doutores" da mula russa, obviamente. De entre esses, destaco aquela malta que nos idos anos setenta/oitenta, nem sequer licenciatura tinha, embora já estivesse na casa dos trinta (e muitos, alguns), e que berrava pela igualdade a torto e a direito, eliminou uma série de cerimónias universitárias, caso das seculares em Coimbra..., porque eram facistas, e eles, eram muito socialistas e como tal, o tratamento era por "camarada". Mas o tempo, esse grande escultor, acaba sempre por mostrar a verdadeira face das coisas e das pessoas.., e o que aconteceu?
Devido às nefastas influências da vaidade e inveja humanas, e porque como dizia George Orwell, referindo-se aos socialistas: "somos todos iguais, mas uns são mais iguais que outros", muita dessa malta, deixou de ser camarada (não gosta de se misturar e igualar à populaça), aburguesou-se e entendeu (porque domina o aparelho de Estado) que tinha direito a ser DOUTOR (por extenso) e então..., não teve com meias medidas, toca de fabricar doutoramentos, nem que mais não seja, "doutor honoris causa"..., e o milagre deu-se, o que antes era considerado mau, burguês e facista..., passou a ser bom, em especial sem a necessária competência, honestidade, brio e valor académico!
Ontem como hoje, a mediocridade continua a exibir-se à falta de ser..., e pode dizer-se: "-Foge cascavel que te fazem bacharel. -Para onde se me fazem Doutor"
É esta uma das características desta democracia do tipo africana...., até quando?
A bem da Nação!
M. Lima
miguel.martel@gmail.com
Etiquetas: Miguel Lima
2008/11/21
Há quem conheça a palavra GRATIDÃO

De vez em quando, julgo que vale a pena recordar algumas passagens da vida do ESTADISTA, a fim de que o possamos melhor conhecer, pois no geral, aquilo que se diz há mais de quarenta anos, é essencialmente a opinião (infundada) dos intolerantes democratas que puseram o País no estado calamitoso que conhecemos (fora o que está oculto).
Assim, desabafava o ESTADISTA numa entrevista ao jornal "Missão Africana" em 1933 (só estava no poder, como Presidente do Conselho há um ano, e as más-linguas socialistas já estavam fazendo o seu trabalho), a propósito da acusaçãoo de ter frequentado o Seminário (mas não renegou votos, como outros fizeram):
«Há pessoas que desconhecem que pode haver na Alma outras coisas inolvidáveis e sagradas que a gente esconde cuidadosamente das vistas dos tolos e dos maus, porque não podem compreendê-las nem são capazes de senti-las.
Pobre, filho de pobres, devo àquela casa grande parte da minha educação que de outra forma não faria; e ainda que houvesse perdido a fé em que me educaram, não esqqueceria nunca aqueles bons Padres que me sustentaram quasi gratuitamente durante tantos anos, e a quem devo, além do mais, a minha formação e disciplina intelectuais. (...)»
De lamentar que da parte de alguns sectores da Igreja, nomeadamente ao nível do CEP, não exista o mesmo sentimento de gratidão por tudo aquilo que o regime fez pela Igreja em Portugal pluricontinental, nomeadamente com a indemnização e devolução de algumas propriedades, que os democratas e socialistas republicanos de 1910, roubaram... e que assassinaram alguns religiosos.
Agora, como no Poder estão os dignos herdeiros daqueles, a postura da Igreja por uma dependância económica e não só..., enfileira com estes na calúnia ao E. Novo, nomeadamente através dos mitos que são propositadamente criados.
Até quando?
A Bem da Nação.
M. Lima
miguel.martel@gmail.com
Etiquetas: Miguel Lima, Salazar
2008/11/20
O cancro continua a avançar..., até quando?
Há dias, reparei em duas notícias em jornais diferentes, que são sintomáticos do estado de saúde da democracia (dizem) em que (sobre)vivemos: a primeira, era sobre escutas polémicas feitas pelos serviços secretos britânicos e relacionados com o caso FREEPORT; a segunda, relacionada com a falta de transparência do Governo, de acordo com a empresa Acer.
Relativamente ao primeiro, o Correio da Manhã (16-11-08) refere que os serviços secretos britânicos, através de escutas telefónicas administrativas (nome pomposo), obtiveram informação relevante para a investigação do processo Freeport, tendo dado conhecimento ao Ministério Público e à Polícia Judiciária. Tudo isto, por causa de um pagamento de luvas milionárias, estimadas em 4 milhões de euros, supostamente, pelo licenciamento da construção do empreendimento Freeport, em Alcochete. Recorde-se que este licenciamento foi, curiosamente, decidido no último Conselho de Ministros, do governo de António Guterres e onde José Sócrates foi Ministro do Ambiente. Coincidência ou talvez nem tanto.
A segunda notícia, dá-nos conta de que a empresa de informática, Acer, acusa o governo português de ter tomado uma "decisão ilegal, violando os princípios de transparência, imparcialidade e equidade", relativamente ao concurso para fornecimento de computadores a escolas. A Acer também afirma que a proposta "vencedora" da HP (que não cumpria todos os requisitos, pelo que devia de ter sido anulada), é 14 milhões mais cara que as restantes...
Daqui se conclui do grau de transparência e defesa dos bens da Nação, por parte dos governantes que temos.
Ainda acredita neste tipo de governo e na forma como o regime funciona com os processos a arrastarem-se nos Tribunais, quando há peixe graúdo para se sentar no banco dos réus?
Está na hora de mudar!
A Bem da Nação.
M. Lima
miguel.martel@gmail.com
Etiquetas: Miguel Lima
2008/11/12
O descontentamento militar
Miguel Lima
Acabo de ler no sítio "PortugalClube", o artigo do Sr. Maj. General Paula Vicente, sobre a actual situação militar e o seu compreensivo descontentamento.
A análise que faz é lúcida, merece os nossos parabéns e apoio, nomeadamente por referir algo que é importante numa Nação (há uns anos atrás, por dizer este palavra, seria apelidado de fascista!):
as forças armadas colaboraram de forma vergonhosa na descolonização e na instalação de reviralhistas nas cadeiras do Poder;
estes, não tendo valores, não tendo os necessários conhecimentos técnicos, éticos e sociológicos (da Nação Portuguesa), nem tendo sido educados para o exercício do Poder, tudo o que fizeram, foi levar a ruína, a destruição, a morte, a guerra onde não havia,... entretanto, encheram os bolsos à nossa custa!
Recordo a este propósito que em 1976, já estávamos a contrair empréstimos no estrangeiro (FMI, BM, EUA, etc...), o País estava estagnado, só recuperando parcialmente, depois de 1986, com os governos de Cavaco Silva e as esmolas comunitárias, que nos retiraram do marasmo em que estávamos, mas também foram a nossa perdição e uma das causas directas da ruína económica em que estamos!
O que nunca compreenderei, é como uma maioria de oficiais, se deixaram levar numa louca aventura, mais a mais sendo contemporâneos de algumas das trágicas independências em África e na Ásia, bem como da guerra do Biafra, não tendo pensado que a consequência seria a construção de novos "Biafras".
Seja como for, "não vale a pena chorar sobre o leite derramado" e agora, há que corrigir o mal feito, extirpando do corpo da Nação, o cancro existente (e com muitas ramificações) constituído por estes políticos (será que algum se salva?); acção que deveria contar com as Forças Armadas, assim como a criação de novas associações políticas, limpas e descomprometidas com as tacanhas mentalidades dos que nos governam, independentes dos lobis e outras obscuras forças anti-Nação.
Vamos criar um novo movimento político!
A Bem da Nação.
M. Lima
miguel.martel@gmail.com
2008/11/11 Alô PORTUGAL <noticias@portugalnoticias.com>
O descontentamento militar
Fernando Paula Vicente Maj-General da FAP
O descontentamento das Forças Armadas, traduzido essencialmente em manifestações de rua e intervenções de carácter diverso na comunicação social, a que o País tem vindo a assistir nestes anos mais recentes, é um assunto demasiado complexo para poder ser tratado, de uma forma inteligente, num mero comentário de jornal que me é pedido, o qual não pode visar outra coisa que não seja o esclarecimento da Nação sobre o que está realmente em causa. Ele traduz muito mais que uma reivindicação de direitos e de subsídios, e radica profundamente no sistemático atentado à condição militar. E, nesse sentido, para ser justo, tenho que começar por afirmar que ambas as partes Forças Armadas (FA) e sucessivos Governos constitucionais têm, nesta matéria, grossas culpas no cartório.
Começando pelas FA, é preciso que se diga sem rodeios que elas tudo fizeram para que uma significativa parte da Nação lhes tenha perdido o respeito que tradicionalmente lhes era devotado. Ao executarem, por razões corporativas, um golpe de Estado, permitiram que ele se transformasse numa das mais anárquicas revoluções do século passado.
Liderada por comunistas, socialistas e toda a gama de oportunistas, nestes se incluindo muitíssimos militares — recorde-se aqui o sinistro Conselho da Revolução — tudo aquilo que a revolução conseguiu foi destruir as estruturas do Estado, por em prática um plano de nacionalizações cujo verdadeiro impacto está ainda por quantificar e conceder, ilegitimamente até do ponto de vista constitucional, a prematura independência às Províncias Ultramarinas, com as consequências que todos conhecemos e que, lá, se cifraram pela destruição quase completa das muitas infra-estruturas existentes e por centenas de milhares de mortos.
Qualquer país digno desse nome, já teria nesta altura investigado essa página negra da nossa História e atribuído responsabilidades a muitos — militares e civis — que ainda por aí abundam armados em heróis. Portugal não precisava de um 25 de Abril para se democratizar: a sua incontornável entrada para a CEE teria obrigado o País a democratizar-se, da mesma forma que, para tentar ser aceite na União Europeia, a Turquia procede actualmente à sua democratização interna.
Para além disso e mais importante ainda, a revolução destruiu os padrões morais em que funcionava a sociedade portuguesa, criando as condições para tornar Portugal no mais corrupto e mais atrasado país da Europa comunitária neste início do século XXI. Tudo isso, ainda que indirectamente, graças às Forças Armadas.
Ainda sobre os militares, com excepção da Força Aérea que, imediatamente após a independência do nosso Ultramar, reduziu os seus efectivos de 20 mil para cerca de 10 mil homens (a sua dimensão normal para o território do continente), modernizou a sua gestão e, tanto quanto possível, também o seu dispositivo, as FA, sem liderança política competente, foram deixadas absorver milhares de milhões de contos em programas que pouco tinham a ver com o quadro estratégico em que presumivelmente elas poderiam vir a actuar, isto porque os respectivos chefes de Estado-Maior, defendendo cada um os interesses corporativos do seu Ramo, foram incapazes de se por de acordo sobre aquilo que era verdadeiramente o interesse nacional.
Cabe aqui dizer que têm também graves culpas nesta matéria todos os Ministros da Defesa e todos os deputados que integraram as sucessivas Comissões Parlamentares de Defesa, que permitiram tudo isso sem oposição que tenha sido visível.
Faltou aos militares a honestidade da visão do interesse nacional e a Nação pagou por isso um altíssimo preço.
O desgaste da imagem das FA foi-se acentuando até que, de há uns anos a esta parte e seguros de que, finalmente, não há mais espaço para golpes militares — a insinuação, por outras palavras, feita pelo Gen. Loureiro dos Santos, de que a democracia portuguesa está em risco é leviana — os políticos têm estado a fazer às FA aquilo que bem lhes apetece, nomeadamente, retirando aos chefes militares quase todas as competências administrativas e outras; não actualizando as grelhas salariais em correspondência com aquilo que eram os tradicionalmente equivalentes níveis de remuneração da função pública; legislando sobre outras remunerações a militares e, em completo desrespeito pela lei, recusando o respectivo pagamento (neste momento, a dívida é gigantesca); destruindo os subsistemas de saúde militares e substituindo-os por um novo (ADM) que há mais de um ano não paga aos respectivos utentes qualquer comparticipação; destruindo os fundamentos da justiça militar e da condição militar e querendo transformar os militares em meros funcionários públicos.
Os militares, porque estatutariamente não têm poder reivindicativo, têm estado a pagar, mais do que qualquer outra classe, o preço da crise.
Por tudo o que antecede, constata-se que, actualmente, os militares têm vergonha de andar fardados na rua e isso, num país democrático, é um péssimo indicador social, que faz ricochete na imagem dos Governos e da própria Nação. Claro que, como recentemente aconteceu, quando Portugal admite que um desertor se candidate à Presidência da República, sabendo-se que, se ele for eleito, será também o Comandante Supremo das Forças Armadas, está tudo dito, vale tudo!
Os políticos perderam finalmente o medo — e, como tal, também o respeito — pelos militares e estes estão cheios de razões para trazer ao conhecimento da Nação o seu descontentamento. Uma entidade insuspeita, o Senhor D. Januário Torgal Ferreira, Bispo das Forças Armadas, não se coibiu de, muito recentemente, fazer publicamente eco desse descontentamento em termos que não deixaram margem para dúvida sobre a sua legitimidade.
As FA não são um corpo de funcionários públicos. Não têm horário de trabalho das 9 às 18: se necessário, trabalham 24 horas por dia, nas condições mais adversas, inaceitáveis para os funcionários públicos, sem direito a receber horas extraordinárias. Servem a Nação e juram solenemente por ela dar a vida, onde necessário, se necessário.
Não têm sindicatos. Abdicam, enquanto em serviço activo, do direito à liberdade de expressão. A Instituição Militar é um dos pilares da segurança nacional e da sobrevivência da Nação e um dos mais importantes vectores da política externa do Estado.
Quando é hostilizada pelo Governo da Nação, fatalmente o que está errado não são as FA com os seus defeitos e virtudes, o que ressalta é que ao Governo falta noção de Estado.
E isso tem um preço político, nacional e internacional. O Governo, os Chefes Militares e o próprio Presidente da República na sua função de Comandante Supremo, que tão calado tem estado no quadro da «cooperação estratégica» que pauta o seu desempenho, deviam todos ter vergonha!
Fernando Paula Vicente Maj-General da FAP (Reformado)
Etiquetas: FMI, Miguel Lima
2008/11/06
Resultados do Capitalismo Selvagem
A recente falência do banco BPN (assim como a confusão que houve à volta do BCP) vem mostrar (mais uma vez) duas coisas que são fulcrais na explicação do descalabro em que estamos mergulhados há mais de 30 anos (embora atenuado numa 1.ª fase com as esmolas de C.E.):
1 - a enorme “preocupação/competência” daqueles que tinham obrigação de defender os interesses da Nação, e como tal, fiscalizar/regular o normal funcionamento da banca (e de outros serviços), ou seja, o Banco de Portugal neste caso, que mostrou com esta situação, não estar à altura da sua missão.
2 - a “preocupação” dos governantes em responsabilizar a administração, se necessário, criminalmente, nomeadamente para servir de exemplo aos outros.
O que estará por detrás desta benevolente atitude para quem deve ser responsabilizado por esta situação de imparidade de 700 milhões de euros e forte risco de incumprimento de obrigações, em vez de ser o pequeno, o fraco contribuinte a tapar as democráticas incompetências dos outros?
Tal só será possível com um governo nacionalista e de direita, que não pactue com o capitalismo selvagem ou o socialismo, os quais só vivem à custa da exploração do Ser Humano!
Não lhe parece que temos que mudar de políticas e de políticos?
A Bem da Nação.
M. Lima
Etiquetas: Capitalismo, Miguel Lima, socialismo
2008/11/05
Os muçulmanos preferem as escolas Católicas
No International Herald Tribune, do passado dia 25 de Setembro, foi publicada uma interessante reportagem de Katrin Bennhold, feita em Marselha, França.
Assim, ficamos a saber que há lá mais de setenta mesquitas, o que significa que a população muçulmana é elevada, sendo curioso que oitenta por cento dos alunos da Escola Católica de Saint Mauront, são muçulmanos! - E porquê? - Porque neste espaço cristão, por entre crucifixos, terços e imagens de Santos Católicos e de Maria, as crianças muçulmanas podem realizar as suas orações e usar o véu (burca), enquanto que numa escola pública, democraticamente agnóstica e republicana, não deixariam as meninas andar com o referido véu..., aqui, há respeito pela religião dos muçulmanos.
O mais curioso, é que cerca de dez por cento dos dois milhões de matriculados nas Escolas Católicas em França, são muçulmanos!
Conclusão: as escolas públicas, instrumentos tradicionais para a integração (dita democrática) em França, não cumpre a promessa de oportunidades iguais, independentemente da cor, do credo e do bairro onde moram.
Não é por acaso, que o Imã Soheib Bencheisk, fundador do Instituto de Estudos Islâmicos, tem a sua filha a estudar numa Escola Católica e refere que o "secularismo tornou-se a religião do Estado e a escola republicana o seu templo. É uma ironia, mas a Igreja católica de hoje é mais tolerante quanto ao islamismo do que o estado françês".
Por aqui se vê qual a liberdade religiosa defendida pelos republicanos, e cujas nefastas consequências, Portugal já sentiu violentamente na carne e na alma, aquando da implantação de forma violenta, do regime totalitário republicano, em 1910. Logo a seguir ao 5 de Outubro, foram criadas ignóbeis Leis com o objectivo de cercear a liberdade de pensar e de agir dos Portugueses..., em gestos tão simples, como passar por uma Igreja (muitas foram fechadas) e persignar-se..., era motivo de agressão física e não raras vezes, de prisão, o saque às Igrejas, o assassinato de alguns religiosos e a expulsão das Ordens religiosas. As perseguições foram de tal forma violentas, que o Clero ficou marcado até aos dias de hoje. Por isso, muitos preferem andar "camuflados " no meio da multidão, como anónimos (e não como pastores) não vá aparecer algum republicano/carbonário fanático e agredi-lo.
Curiosamente, da parte dos muçulmanos, não notamos a mesma tolerância, pois de acordo com um relatório da Ajuda à Igreja que Sofre, a perseguição aos Cristãos em países de maioria muçulmana ou hindu, tem aumentado, nomeadamente com destruição de Igrejas, agressões físicas e assassinatos. É por estes Sinais dos Tempos, que medidas de controle da imigração para a Europa deviam ser tomadas de forma eficaz, pois arriscamo-nos a ser vítimas da nossa tolerância, que se está tornando numa atitude da fraqueza... que leva ao suicídio colectivo. Tolerantes sim, coniventes nunca!
A Bem da Nação.
M. Lima
Etiquetas: Em defesa do Ocidente, Ensino, Miguel Lima
2008/10/07
Alguns dos títulos dos Jornais
-Alguns dos títulos dos Jornais de hoje, são sobre os seguintes assuntos:
não há dinheiro para pagar os salários dos militares e dos funcionários dos Museus (prenúncio da falência económica do regime, apesar das muitas esmolas que tem recebido da U.E.);
Autoridades preocupadas com o aparecimento de bombas nas Escolas, feitas por alunos, graças à internet (mais um prenúncio da falência da Autoridade e da Moral Social);
Cavaco Silva, no discurso do 5 de outubro, mostra-se preocupado com as desigualdades sociais, o fosso entre ricos e pobres e os novas formas de pobreza (mais um prenuncio da falência da honestidade, coerência e credibilidade dos governantes).
-Há um denominador comum a estes assuntos: a falta de honestidade, de competência, de autoridade e de coerência por parte de quem exerce cargos de mando na hierarquia do Estado, além de serem grandes provas do fracasso total, do tipo de governo que nos tem condicionado o nosso futuro e o das gerações vindouras!
-Perante tais factos, e muitos mais nossos (des)conhecidos, percebe-se muito bem qual a razão de ódio generalizado e contínuo que votam ao ESTADISTA de Santa Comba Dão... -É que enquanto este foi vivo, era impensável que tais coisas acontecessem, e quem as fomentava, ia parar à cadeia! -Assim sendo, significa que mais de 80% dos "destineiros" actuais, era lá que deveriam estar... não estão e por isso, estamos nós!
A Bem da Nação!
Miguel Lima
Lisboa, 6 de Outubro de 2008
Etiquetas: Miguel Lima









