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2005/08/08

O Papa opõe-se aos livros de Harry Potter 

Joseph Cardeal Ratzinger
Cidade do Vaticano
7 de Março de 2003

Ex.ma e caríssima Senhora Kuby,

Muito obrigado pela sua amável carta de 20 de Fevereiro e pelo livro esclarecedor que me enviou no mesmo correio. É bom que a senhora ilumine as pessoas a respeito de Harry Potter, porque estas são seduções subtis, que actuam sem serem notadas e, deste modo, distorcem profundamente o Cristianismo na alma, antes que possa crescer adequadamente.
Queria sugerir-lhe que escrevesse ao Pe. Peter Fleetwood directamente (Conselho Pontifício para a Cultura, Piazza S. Calisto 16, I00153 Roma) e que lhe enviasse o seu livro.
Sinceras saudações e bênçãos

+ Joseph Cardeal Ratzinger



10 Argumentos contra Harry Potter

Por Gabriele Kuby, autora de «Harry Potter: bom ou mau?», que trocou correspondência com o Cardeal Ratzinger



1. Harry Potter é um plano global a longo prazo para mudar a cultura. Nas novas gerações as inibições contra a magia e o ocultismo estão a ser destruídas. Assim, força-se a voltar à sociedade que o Cristianismo superou.

2. Hogwarts, a escola de magia e bruxaria, é um mundo fechado de violência e horror, de maldições e de bruxaria, de ideologia racista, de sacrifícios sangrentos, de repugnância e obsessão. Há uma atmosfera de contínua ameaça, à qual o jovem leitor não pode fugir.

3. Enquanto que Harry Potter aparece, no início, a combater contra o mal, de facto, a semelhança entre ele e Voldemort, o seu adversário maligno por excelência, na aventura, torna-se cada vez mais evidente. No 5º volume, Harry fica obcecado com Voldemort, o que leva a sintomas de desintegração da personalidade

4. O mundo dos homens é desprezado, o mundo dos bruxos e feiticeiros é glorificado.

5. Não há uma dimensão transcendente positiva. O sobrenatural é totalmente demoníaco. Os símbolos sagrados são pervertidos.

6. Harry Potter não é um conto de fadas moderno. Nos contos de fadas, os feiticeiros e as bruxas são claramente figuras más. O herói escapa ao seu poder através da prática da virtude. No mundo de Harry Potter não há personagens que se esforçam consistentemente por praticar o bem. Para alcançar fins aparentemente bons são utilizados maus meios.

7. A capacidade de discernimento entre o bem e o mal por parte dum (jovem!) leitor é bloqueada através da manipulação emocional e da confusão intelectual.

8. Harry Potter é um assalto às novas gerações, seduzindo-as totalmente para um mundo de bruxas e feiticeiros, enchendo a imaginação dos jovens com imagens de um mundo no qual o mal reina e do qual não há saída, sendo pelo contrário, apresentado como altamente desejável.

9. Aqueles que valorizam a pluralidade de opiniões deviam resistir ao poder quase esmagador desta enorme pressão, feita através dum gigantesca coligação e dum ataque multi-média, que apresenta elementos de uma lavagem ao cérebro totalitária.

10. Como por meio dos livros de Potter a fé num Deus de amor é sistematicamente desconsiderada e até destruída em muitos jovens através de falsos “valores” e de escárnio da verdade judaico-cristã, é inadmissível a introdução destes livros nas escolas. Os pais deviam recusar-se a autorizar os seus filhos a tomar parte na doutrinação em Potter, por motivos de fé e de consciência.

[tradução realizada por pensaBEM.net]

LifeSiteNews.com, 15 de Julho de 2005

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